Entre todos os seres humanos há diversidades de valores, de expressão, de pensamentos, de conduta… Entre elas a religiosa.

Na Constituição Brasileira, Art. 5º, inciso VI, está escrito “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

Na Declaração Dignitatis humanae, n.2, sobre a liberdade religiosa, no Concílio Vaticano II (reunião dos bispos do mundo inteiro), “a pessoa humana tem direito à liberdade religiosa. Tal liberdade consiste em que nenhum ser humano deve estar sujeito à coerção de outros indivíduos, nem da sociedade e ou de qualquer poder humano”.

Como disse o Papa Francisco “ambos são direitos humanos fundamentais: tanto a liberdade religiosa, como a liberdade de expressão” e “não se pode ofender, ou fazer guerra, ou assassinar em nome da própria religião ou em nome de Deus”.

Oremos para que no mundo seja respeitada a liberdade religiosa e de culto que faz parte da condição e dignidade humana. Sem preconceito, sem fanatismo e sem violência em nome da religião, da crença e de Deus.

Pe. Eliel

Pároco da Paróquia São João Batista