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“Fomos ordenados pela misericórdia de Deus: Ele nos ama e nos torna capazes de amar; a amabilidade deve ser um hábito em nossa vida. Nossa carteira de identidade é o amor de Deus, o nosso credo, o carimbo da nossa vida, que ninguém e nada pode tirar. A cruz de Cristo é o amor excessivo, extremo e redentor”.

 

Retiro


Ao iniciar o retiro, dom Orlando conduziu os bispos à reflexão sobre o amor de Deus revelado nas Escrituras desde a criação do mundo, “antes do nascimento esse Amor é incondicional”. Citando o fundador dos Xaverianos, diz que: “A Bíblia é a carta do amor de Deus para a Humanidade” (São Guido Maria Conforti). Com base nas Escrituras Santo Agostinho diz: “Que maior causa pode haver na vinda do Senhor senão mostrar-nos Deus o seu amor?”.

 

Algumas frases que dom Orlando utilizou para conduzir o retiro no primeiro momento: “Nossa genealogia começa em Deus e termina em Deus” (São João Paulo II); “Qual é a medida de se amar a Deus? É amá-lo sem medida”! (Santo Agostinho); “Sou bispo por causa do Amor de Deus” (São Cipriano); “O bispo deve temperar suas obras com o sal do Amor de Deus” (São João Crisóstomo).

 

A segunda parte da reflexão sobre o Amor de Deus, dom Orlando utiliza-se da espiritualidade a partir do Rito de Ordenação Episcopal: “Queres desempenhar até à morte a missão a ti confiada?” Dito isto, relembra os bispos que ao dizer o “Sim” ele passa a assumir e viver os martírios cotidianos, amar os mais pobres e ter a centralidade da sua vida na Palavra de Deus.

 

Fonte:

https://cnbbs2.org.br/2023/04/na-assembleia-geral-da-cnbb-bispos-vivenciam-momentos-de-espiritualidade-num-ambiente-de-fraternidade-e-comunhao/

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